Chá de cozinha: lilás e limões sicilianos!

Madrinhas de plantão!

Mais uma ideia de tema fofo para chá de cozinha! Eu amo a mistura de lilás com amarelo, e o amarelo representado pelos limões sicilianos fica incrível né?

Um chá suuper fácil de executar entre amigas, olha só!

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Uma papelaria sempre ajuda a dar um “tchans”.

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Olha que fofo esse bar!! Super simples e super charmoso! Dá para fazer sozinha, nem precisa de uma empresa de bar, no máximo 1 garçom para ajudar.

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Fofo né?

Gostaram? Aiiii, e outro dia teve um chá liiindo no Casar.com também, aproveite para salvar na pastinha também, tá nesse link aqui!

Say I do.

A essência do amor – Pd Paulo Ramalho

Casais!

Faz tempo que não posto as mensagens do Pd Paulo Ramalho por aqui né? Desculpem… Mas, quando recebi a dessa semana, não pude deixar de lembrar em dividir com vocês.

E, neste final de semana do CASAR BH, em um dos nossos bate papos, o que falamos sobre a Vida de Casada, falamos bastante sobre isso. Sobre se doar ao próximo e sempre querer fazer algo para deixar o outro feliz. Eu sei que tem algumas pessoas que não vão concordar muito com isso, mas eu achei essa msg linda, e a parte mais verdadeira para mim é quando fala sobre a alegria que sentimos quando fazemos o outro feliz.

“Olá a todos!
Eis a ideia para vocês refletirem ao longo da semana: “a essência do amor”.

Muitas das minhas mensagens abordam o tema do amor. Não poderia ser de outra forma, pois o amor é a essência da nossa vida. Deus nos fez, acima de tudo, para o amor.

Se o amor é a essência da nossa vida, qual é a essência do amor? Se pudéssemos resumir todo o amor numa atitude, qual seria? Eu diria que a essência do amor é “a alegria de fazer o outro ser feliz”.

O amor é, antes de mais nada, uma força para o outro. É um dirigir-se para o outro. Por isso, deve aparecer a palavra “outro” na sua definição. Assim sendo, o contrário do amor é uma força para si mesmo, um dirigir-se para si mesmo. E isso é o egoísmo. O que precisamos ter muito em conta é que a força para nos dirigirmos a nós mesmos é muito grande. Todos temos uma tendência forte ao egoísmo.

O amor é uma descoberta. É a descoberta do outro, que, aliás, é o título de um livro de Gustavo Corção. Trata-se da descoberta de que me causa mais alegria fazer o outro ser feliz do que me fazer feliz. Penso que este exemplo reflete bem o que é o amor. Vamos imaginar um casal de namorados que adora pão de mel. Um deles, a namorada, por exemplo, estando em sua casa, vai à cozinha para pegar o pacote de pão de mel para os dois comerem e descobre que só resta um. Ela poderia pensar: este pão de mel é para mim, pois adoro pão de mel. Vou falar para o meu namorado que ele acabou e depois eu o comerei. Mas, ao invés disso, ela pensa: adoro pão de mel, mas me sentirei muito mais feliz vendo a cara do meu namorado comendo pão do mel do que se eu mesma o estive comendo. Isso é o amor! É a descoberta de que dá mais alegria fazer o outro ser feliz do que fazer feliz a si próprio.

Com essa descoberta nasce um desejo de sairmos de nós mesmos, de fazermos uma pessoa especial ser feliz, como é o caso de uma namorada, de um namorado, de um marido, uma esposa, e isso se estende também a todas as pessoas do mundo.

Esta é a essência do amor: “a alegria de fazer o outro ser feliz”. Se essa é a essência do amor, eu costumo dizer que em todo amor deve haver uma saudável disputa, que não costuma ser a que ocorre por aí, para ver quem faz o outro ser mais feliz!

Vamos imaginar o casal terminando de jantar. O marido se levanta rapidamente e diz para a esposa:
– Deixa que eu lavo a louça, pois você está muito cansada!
A esposa ouve aquilo e reage logo em seguida:
– Que é isso, meu bem, deixa que eu lavo a louça, pois você está mais cansado do que eu.
O marido não se deixa vencer:
– Que é isso, meu bem, com certeza você está mais cansada do que eu. Deixa que eu lavo a louça.
A esposa responde:
– Não, não, de jeito nenhum, deixa que eu lavo a louça.
E aí começa aquela saudável disputa para ver quem faz o outro ser mais feliz.

Em quantos casais vemos essa disputa?…

Não importa, vamos nós colocá-la em prática! Que comece a haver essa disputa no nosso dia a dia, desvivendo-nos para fazer os outros serem felizes:
– enchendo-os de carinho;
– servindo-os em mil detalhes;
– elogiando-os;
– aliviando-os em suas cargas;
– interessando-nos por suas coisas;
– alegrando-os;
– acolhendo-os com todo carinho etc, etc.

Seguindo esse caminho, vamos pôr em prática o que Cristo nos recomendou: dar a vida pelos outros. E com toda a certeza encontraremos a maior felicidade que há no mundo. Vale a pena!”

Gostaram?

Say I do.

Casamento: Nathalie & Gustavo

Casais,
Primeiro de tudo quero agradecer a todas as noivas e noivos queridos que visitaram o CASAR Belo Horizonte este final de semana! Foi incrível! E, aos fornecedores que mais uma vez acreditaram no nosso Grupo e time e estiveram mais 1 ano com a gente: que venha 2016 rs! Maaas, antes disso que venha o CASAR São Paulo (agora em maio já), o CASAR Recife e o CASAR POA!!
Vamos começar a semana com esse casamento lindo no Fasano com decor da Lais Aguiar! As fotos lindas ficaram por conta da Carola Montoro e a assessoria foi da Marriages!
“Muito difícil contar em poucas palavras uma história de quase cinco anos repleta de aventuras, viagens, amor e muita parceria!

Tudo começou em uma sexta-feira até então comum quando uma amiga chamou para irmos a um bar com os amigos que ela havia conhecido em Las Vegas. Rodamos a cidade até que encontramos um bar nem muito cheio nem muito vazio. Foi ainda do lado de fora que um dos amigos dela, um menino/homem ruivo, se aproximou e se apresentou: “Prazer, estou aqui para fazer um summer job…”. Esta apresentação, pouco comum (ele sequer disse o seu nome), se tornou motivo de brincadeiras e o centro de toda nossa história, tanto que até hoje, muitos amigos dele me chamam de “Summer” !!

Após este primeiro encontro, foram muitas saídas e festas juntos até o primeiro beijo. Chegou então o mês de agosto e junto com ele o fim do summer job e a volta do Ruivo para Michigan (Reino bem distante!). Embora havíamos feito muitos planos, parecia que seria apenas mais uma dessas histórias de amor de verão e que havia chegado ao seu fim. Não que nós quiséssemos assim, mas ainda faltava um ano até o fim do MBA. Ainda bem que eu estava enganada, e neste um ano foram tantas visitas que arrisco dizer que nos víamos mais naquela época do que agora!  

Foi apenas em novembro de 2010 que começamos realmente a namorar, quase 07 meses após o primeiro encontro. O pedido de namoro não foi nada romântico, mas com certeza foi a nossa cara: em uma festa e em meio a amigos!!! Tanto foi do nosso jeito, que o pedido de casamento foi exatamente igual: na presença dos nossos amigos e na agitação de Vegas! (Janeiro de 2014)

Foram 13 meses de preparação até o grande dia. Não houve estresse nem momentos dramáticos, aproveitamos cada segundo e nos divertimos muito neste período. O noivo fez questão de participar de cada detalhe, estava presente em todas as reuniões… Além de ajudar muito, nos tornamos ainda mais cúmplices!!!

A festa foi um sucesso, super animada e ainda melhor do que imaginávamos! Não tenho dúvidas que isto só foi possível graças ao time de fornecedores que escolhemos… Focados e empenhados, eles concretizaram nossos sonhos e tornaram nossa noite inesquecível!

Se posso dar um conselho é o de nunca menosprezar um amor de verão, muitas vezes o que parece passageiro não o é… Quanto à distância, por mais contraditório que possa parecer, ela nos aproximou ainda mais!”

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Gostaram?

Say I Do.